VULCANO E LÚCIFER 

Carta nº. 52 do Florilégio Epistolar, de Louis Cattiaux[1]

 

 

 

                                                            Seleção de Emmanuel d’Hooghvorst

Tradução do espanhol: Regina de Carvalho

 

 

 

          A história de Vulcano[2] é muito instrutiva; se torna coxo ao cair do céu, o que o faz lento, oculto e feio. Pensa agora um pouco, por favor, na história de Lucifer.[3]



[1]Arola Editors, Tarragona (E), 1999

[2] Cf. Ilíada XVIII, 395 e ss.

[3] Cf. Isaías XIV, 12